Cada ser - um universo, constituído de diferentes histórias, e que vive a se (re) criar ao interagir com tantos outros. Aqui expresso um pouco do meu universo: coisas que sinto e penso.
BABA NAM KEVALAM
"Tudo é expressão da Consciência Universal"
sábado, 16 de outubro de 2010
O momento furacão
Pra quê serve um furacão?
Tira as coisas do lugar... o vento passa e deixa ficar só aquilo que é forte. Caso contrário, o movimento do ar arrasta, levanta, faz subir, descer e rodar...
Olha só! Depois do furacão, sobrou a bagunça... coisas quebradas, desmanchadas, e mesmo assim, restou vida naquele espaço.
Eu nunca vi um furacão de perto, só na TV. Mas, já senti um furacão por dentro... um furacão que passa pelo estômago, pelo peito, pela cabeça... movimentando energia. Às vezes movimenta energia boa e às vezes energia ruim (ou as duas, de uma forma simultânea e impressionante).
Esse furacão que começa sombolicamente dentro de alguém, pode crescer e movimentar a vida de outras pessoas também. Pessoas já me provocaram furacões e eu já levei rajadas de vento à vida de outras pessoas... nem tudo é brisa!
Hum... acho que eu sei pra quê serve um furacão: para levar embora o que a natureza rejeita, para ficar o que é forte, o que é saudável e verdadeiro.
Mayra
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Caliuguices de uma menina
ondeestãominhascoisas?
.
amisturadastintasnãomedeixaverascoresoentrelaçamentodaslinhasnãomedeixaveroscordões.merda.eupretendiacosturareutambémgostodepintar.numcopod'águasoucapazdefazerbemmaisqueumatempestade.acredite.
.
putz!essacegueiraestámeincomodando.sónãoseisenãoenxergoporverdemenosoudemais.naverdadejáseivejomuitacoisaecolocoelasnumtempoeespaçoquenãoeramparaestarocupandoeolhaaí:nãofaçoamínimaideiadaporcariaquefiz.parabénspramim!
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háméritosparacaliugatambém.palmasparavocêsmeninas!
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Mayra
domingo, 22 de agosto de 2010
.¨¨.absinto.¨¨.
Absinto... sinto... alguma coisa me lembra - Abdução - fico com as três: ufologia, anatomia e lógica. Afastamento e ligação.
Hum...
Tá, mas, e aí?
É, eu não entendi...
Ah! Não é pra entender...
Tá bom... tá bom!
Imagine, então, um e.t. bêbado com absinto na mão, tentando entender seu corpo, perdendo a razão...
hehehhe
Tô saindo de mim pra poder rir e escrever uma coisa que não existe... que inventei e sei que é apenas invenção...
- Ô e.t.! Imagino que aí dentro de você, embora haja coisas diferentes de mim, também há alguma coisa que tem vontade de mandar tudo se f..êeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!
.¨¨.M.¨¨.
Tá, mas, e aí?
É, eu não entendi...
Ah! Não é pra entender...
Tá bom... tá bom!
Imagine, então, um e.t. bêbado com absinto na mão, tentando entender seu corpo, perdendo a razão...
hehehhe
Tô saindo de mim pra poder rir e escrever uma coisa que não existe... que inventei e sei que é apenas invenção...
- Ô e.t.! Imagino que aí dentro de você, embora haja coisas diferentes de mim, também há alguma coisa que tem vontade de mandar tudo se f..êeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!
.¨¨.M.¨¨.
domingo, 6 de junho de 2010
Máscaras
Para proteger, para ocultar, para dissimular, para disfarçar... fazemos uso delas há muito tempo.
As máscaras podem servir de escudo, tanto para esconder, quanto para mostrar o que se é. Particularmente, faço uso de algumas para assustar... afinal de contas, não são poucas as coisas que me botam medo.
Porra! Quero desencorajar alguém também.
- Protege teu "eu" guria!
E que forma burra de se proteger. Mas, antes burra do que nada, do que desarmada...
Ser o que se é no meio de um monte não ser, é dolorido. Imagine você pelado enquanto todo mundo está vestido?!
- Protege teu "eu" guria!
E que forma burra de se proteger. Mas, antes burra do que nada, do que desarmada...
Ser o que se é no meio de um monte não ser, é dolorido. Imagine você pelado enquanto todo mundo está vestido?!
E eu que admiro tanto a sensibilidade e a inteligência... será que não é possível encontrar outras formas de se relacionar que se possa usar menos roupa, menos maquiagem, menos tinta, menos tudo que limita a liberdade e esconde a verdade?
E o que garantiria continuar aquecida, não ser ferida e nem sentir vergonha?
Será que para isso: o amor aquece, protege e extroverte-se em movimento com sabedoria?
Tenho quase certeza que sim... (eu desejo TANTRA)
Mas, enquanto continuo (atrapalhada e iludida na) metade vazia e outra metade mistura e porcaria... fico na esperança de criar coragem e assumir que não sou tão amarga e nem tão criança.
Mayra
sábado, 24 de abril de 2010
Olho de Deus

Esta imagem é uma foto de quatro mandalas que fiz, estão posicionadas de tal forma que parecem uma grande mandala em forma de losângo. Essas mandalas são chamadas de "olho de Deus".
O "olho de Deus" é uma mandala de origem indígena tecida com fios de lã em volta de bases de madeira.
Pesquisando na internet sobre a origem dessas mandalas descobri diferentes versões: há quem diga que fazem parte da cultura dos xamâs, outros falam que estão presentes também no artesanato de tribos mexicanas, e dos celtas.
Particularmente, conheci esse trabalho artesanal na instituição em que fiz estágio curricular de Serviço Social, o Vida Centro Humanístico, através da assistente social Marilene (tenho um carinho especial por ela). Mari foi ao México e visitou uma exposição de artesanato em que pode conhecer e conversar com pessoas sobre a produção das mandalas ("olho de Deus"), ela contou que tinha muita vontade de ver de perto esse artesanato.
No Vida Centro Humanístico tem o Programa de Atendimento à Terceira Idade - PATI, toda segunda-feira um grupo de idosas se encontra para fazer trabalhos artesanais, a assistente social Marilene lhes mostrou as mandalas e lhes ensinou a fazerem, desde então, algumas idosas iniciaram a produção e a venda das mandalas "olho de Deus".
Conforme um material informativo que Mari conseguiu, o "olho de Deus" tem como objetivo proteger quem amamos.
"Para os indígenas o Grannatar, o mundo tem a forma de um quincunce tecido ou olho de Deus. Segundo a mitologia cara, a deusa mãe teceu o mundo com seus próprios cabelos e seus filhos o tramaram bailando o mitoti em cima dele. Para tanto, bailar mitoti é recriar o mundo."
Tive a oportunidade de ser presenteada com o "olho de Deus" pela Mari, por algumas idosas, pelo grupo de idosos do PATI e por uma amiga que também trabalha na instituição, a enfermeira Eleonora. Bom, foi assim que conheci o trabalho, apreciei e aprendi a fazê-lo.
P.S. Para quem aprecia a arte indígena dou como dica escutar as músicas de Daniel Namkhay.
Um abraço a todos!
sexta-feira, 16 de abril de 2010
O começo

Pretendo fazer deste espaço um meio de (re) começar uma trajetória de descobertas e projetos. Como a criatividade é o potencial humano em que mais tenho fé, provavelmente me expressarei aqui de diferentes formas. Por isso, acredito que a diversidade de ideias será uma das características deste blog.
Bom, esse é o começo!
Mayra
Mayra
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